Bah, nesta época, eu não sabia nada sobre restauração, pra mim era tudo reforma, impressionante, eu não sabia nada.
Amigos me deram muitas dicas, principalmente meu amigo Alecs, que é um cara que tem alguns anos de chapeação e entende de restauração, além dos amigos que ele tem, estes são professores na arte de restaurar.
Usei as dicas e embarquei na idéia, nesse meio tempo, tive tristezas, alegrias, incertezas, ou seja, foram tantas emoções que é difícil mencionar. Hehehe.
Mas voltando às indicações, o Alecs me falou de um ótimo chapiador, o Jorge, em Caxias do Sul, ele é o cara, gostei muito do serviço dele, puxou a porta do carona inteira na lata, alinhou todo o carro, fez partes novas, ou seja, fez um serviço de mestre.
Isso foi fundamental no processo de restauração de meu Polara.
Da uma olhada no antes e depois do Dodge pelo Jorge!!!! hehehe
Olá, este blog é sobre minha história com um Dodge Polara Gran luxo 1978 Verde Tívoli.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
O começo!!
Eu sou muito metido em querer fazer tudo, mas nem sempre pode ser assim, então começei a desmontar o carro.
Sinceramente, ele parecia estar bom, mas quando começei a desmontar apareceu muita coisa, e eu como não tinha todo o conhecimento ja estava apavorado.
Nossa, ma tava cheio de terra, e outras coisas, sei lá, nessa hora eu quase desmaiei. hehehe
Ótimo começo, ou não!!! Sei lá, so sei que foi assim, isso aconteceu em Julho de 2008.
Sinceramente, ele parecia estar bom, mas quando começei a desmontar apareceu muita coisa, e eu como não tinha todo o conhecimento ja estava apavorado.
Nossa, ma tava cheio de terra, e outras coisas, sei lá, nessa hora eu quase desmaiei. hehehe
Ótimo começo, ou não!!! Sei lá, so sei que foi assim, isso aconteceu em Julho de 2008.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Que cor é essa? É original?
Eu não sabia, mas com ajuda de amigos e membros do Museu do Dodge, descobri que esta cor é original das linhas Dodge Polara e Dodge Caminhões do ano de 1978, e que saíram muito poucos exemplares de Polaras com ela. Até ai tudo certo, mas o que me deixava intrigado é que existe um código de cor do carro na plaqueta de identificação, mas ai está, será que este código é mesmo desta cor? Pois bem, sim, o código PG2 é a cor Verde Tívoli, hum, ótimo, agora sim!!!! ou não! Ok, mas como será o Verde Tívoli? Será que é essa mesma tonalidade? Siiiimmmmm, é isso ai mesmo, Polara Verde Tívoli original de fábrica, onde foram produzidas poucas unidades em relação à outras cores, e que hoje ninguém mais ve na rua um Dodginho Verde Tívoli!
Gostei, pois além de o carro estar praticamente completo de detalhes ele é de uma cor difícil de achar, então o negócio é restaurar este carro, vai ficar bom, vamos caprichar.
Gostei, pois além de o carro estar praticamente completo de detalhes ele é de uma cor difícil de achar, então o negócio é restaurar este carro, vai ficar bom, vamos caprichar.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
A primeira impressão é a que fica! Será?
Pois é, para alguns a primeira impressão é definitiva, ja para outros não, tudo pode mudar a qualquer momento, sim, porque a minha primeira impressão sobre o Dodge não era das melhores, e aos poucos ela foi mudando, eu começei a observar melhor o carro, começei a pesquisar sobre a história do dodge, afinal eu tinha que saber o que eu tinha na mão, então descobri muita coisa sobre ele, como por exemplo que o Polara 78 é o primeiro com farois retangulares, neste ano também pneus radiais eram opcionais, e foi o último ano que a Chrysler comandou o espetáculo, pois em 79 a Volkswagen adquiriu o controle acionário da Chrysler do Brasil, esse ato levou o Polara a ter algumas alterações nos anos seguintes, como a retirada de vários detalhes cromados, começaram aparecer outros detalhes em plástico, e assim por diante.... . Vendo isso, começei a comparar o meu carro com propagandas de época observando detalhes, frisos, acessórios e etc, assim eu começei a perceber que tipo de carro eu tinha, que por sinal o meu estava com todos os detlahes originais.
Então por isso eu digo, nem sempre a primeira impressão é a que fica. Ou não?
Então por isso eu digo, nem sempre a primeira impressão é a que fica. Ou não?
segunda-feira, 30 de maio de 2011
O dia em que bati a cabeça.
20 de Maio de 2008.
Não sei certo o que eu tinha em mente neste dia, mas o fato é que um amigo revendedor de automóveis me ofereceu um "carro velho", mas eu nem tinha ideia de que tipo de "carro velho" que ele tinha, pois bem, apareceu ele com um Dodge Polara, que para mim era apenas um dodginho, verde pálido, sem valor algum, nunca me interessei por dodginho, o que vou fazer com um dodginho eu disse a ele, mas persistente ele me convenceu a dar uma volta com o dito cujo. La fui eu, dei uma volta em torno do carro, observei seu estado (não era dos piores não), ao entrar vi aquele painel interinho, bancos meia boca, e o interior todo preto, até gostei, mas a minha idéia sobre os dodginhos continuava a mesma. Bati arranque, pegou de primeira, olhei para traz, esperando ver uma nuvem branca de fumaça, mas não havia nada (já comecei a mudar o meu conceito). Resumindo, precisei fazer 400 metros andando com o carro para me convencer que eu ia ficar com ele, nem voltei com o Dodge na revenda, já guardei ele na minha garagem e voltei la com meu outro veículo, fechei negócio na hora e sai meio perturbado pois não sabia exatamente onde eu estava me metendo, pois até esta data eu era um Jipeiro, eu so tinha olhos para Jeep´s, especialmente os CJ3-A 1951, e agora, sem Jeep adquirir um "carro velho"!!!! Este foi o dia em que bati a cabeça.
Mas ai está, o Dodge Verde (pálido)
Não sei certo o que eu tinha em mente neste dia, mas o fato é que um amigo revendedor de automóveis me ofereceu um "carro velho", mas eu nem tinha ideia de que tipo de "carro velho" que ele tinha, pois bem, apareceu ele com um Dodge Polara, que para mim era apenas um dodginho, verde pálido, sem valor algum, nunca me interessei por dodginho, o que vou fazer com um dodginho eu disse a ele, mas persistente ele me convenceu a dar uma volta com o dito cujo. La fui eu, dei uma volta em torno do carro, observei seu estado (não era dos piores não), ao entrar vi aquele painel interinho, bancos meia boca, e o interior todo preto, até gostei, mas a minha idéia sobre os dodginhos continuava a mesma. Bati arranque, pegou de primeira, olhei para traz, esperando ver uma nuvem branca de fumaça, mas não havia nada (já comecei a mudar o meu conceito). Resumindo, precisei fazer 400 metros andando com o carro para me convencer que eu ia ficar com ele, nem voltei com o Dodge na revenda, já guardei ele na minha garagem e voltei la com meu outro veículo, fechei negócio na hora e sai meio perturbado pois não sabia exatamente onde eu estava me metendo, pois até esta data eu era um Jipeiro, eu so tinha olhos para Jeep´s, especialmente os CJ3-A 1951, e agora, sem Jeep adquirir um "carro velho"!!!! Este foi o dia em que bati a cabeça.
Mas ai está, o Dodge Verde (pálido)
Assinar:
Postagens (Atom)





























